quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Quem deve tomar a iniciativa?

Reprodução

                Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê, não importa o lugar nem a idade, a verdade é que seja no tratamento, nas regalias ou até na hora da conquista, homens e mulheres são diferentes (Graças a Deus, e que diferença!) e, portanto, devem ter tratamentos diferentes. Porém, uma dúvida que paira no ar nos dias atuais é: Quem deve tomar a iniciativa?
                A resposta é: Tanto faz, depende da circunstância. Confesso que antigamente, durante a esbórnia, achava esdrúxulo uma menina chegar em algum cara e ter atitudes que eram comuns aos homens, porém, como tudo na vida evolui, os relacionamentos, o flerte e a libertinagem não ficam pra trás.  Nos dias atuais, tudo está muito evoluído, chegamos a um ponto em que não é mais feio, ou sinônimo de “vadiagem” a menina chegar em você, e sim um sinal de evolução, essa é a realidade atual (E maravilhosa) em que nós vivemos.
                O que rola é: Já que sempre os homens foram predestinados a chegar usando a “arte do desenrolo” com o mulheril, quando a gracinha deve tomar a iniciativa? Bom, a resposta é bem simples, porém antes irei falar como o macho viril se sente quando uma linda donzela chega nele.
                Quando a mulher chega no cara, o botão da testosterona é ativado e os hormônios começam a entrar em ação, transbordando promiscuidade e exalando o cheiro da luxúria. Nos sentimos mais desejados e queridos, elevando nosso ego e lógicamente fazendo o tesão subir. Você mulher que está lendo este post, deve estar pensando assim: “Será que eu tomando a iniciativa e chegando ou flertando com um cara, estou criando um tarado?” Não que esteja criando um tarado, mas você está proporcionando ao rapaz, uma coisa que a maioria dos homens tem medo de fazer, você está dando a ele a oportunidade de ousar nos convites e nas insinuações, coisa que quando feita com jeitinho, o mulheril adora. Muitos homens tem medo de tentar levar a maravilha para o abate, o que eles não sabem é que mulher gosta dum tchousse assim como eles, e que muitas mulheres ficam frustradas após uma noite de beijos e amassos, terminar indo embora sozinha. A você homem que está lendo esse texto, saiba que é saudável tentar dar um coito, você pode receber um não, assim como pode receber um sim, é claro que tem que haver jogo de cintura na hora da proposta, mais isso vai do desenrolo de cada um. Eu já vi muito homem saindo com vontade de fazer um tchousse e não conseguindo, agora meu amigo... quando a mulher quer, ninguém segura!
                Voltando a pergunta, “Quando a mulher deve tomar a iniciativa?”, é bem simples. A mulher deve agir quando o cara não age, se ela está afim e não é correspondida, vai lá e chega junto, afinal de contas tem homem bem lerdo por aí. Nos dias de hoje, as redes sociais proporcionam a oportunidade do rapaz tímido, desenvolver uma conversa com alguma garota, agora se com todas estas ferramentas o cara não desempaca, está na hora do mulheril entrar em ação, não acham?
                Acho válido ressaltar, que não é sinônimo de ser “promíscua” ou “vale night” se a mulher dá mole pra sua paquera, o problema é quando ela dá mole pra torcida do Flamengo inteira, portanto meninas, tomem a iniciativa, porém não com todos, atitude não é sinônimo de vadiagem.
                Você deve estar se perguntando: “Tá legal, explicou sobre a iniciativa, mas porque citou no primeiro parágrafo deste fabuloso post que homens e mulheres devem ter tratamentos diferentes?”, pois aqui eu explico através de um pequeno conto que li um dia em algum lugar...
                Uma mulher pergunta a um sábio chinês: - Mestre, por que um homem que faz um tchousse com várias gracinhas é chamado de “campeão” e uma mulher que faz sexo com vários é chamada de “Vale Night”?
E o mestre responde: - Filha, uma chave que abre várias fechaduras é uma chave-mestra. Já uma fechadura que abre com qualquer chave, não serve pra nada! Meditemos...
                O que o velho chinês disse, reforça a minha tese que tomar a iniciativa é válido, porém isso não significa ser “saidinha”. Fica aqui minha deixa, escreva sua opinião e fale o que você pensa sobre a iniciativa feminina nos dias de hoje.

                Um abraço @renancury.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Beber uma cerveja bem gelada, dar aquela paquerada junto com a rapaziada

Reprodução


Se você tá na pior ou quer aliviar a tensão do cotidiano, é óbvia a solução: Se reunir com os camaradas, tomar uma ampola gelada, comer uns petisquinhos e soltar vários peidos de boca na parada.
Nada melhor que estar rodeado de pessoas queridas, bebendo o que o cão botar pra beber, rindo de assuntos e histórias toscas e depois que a lucidez for embora, evidenciar todo o carinho e afeto que sente por todos ali presentes.
Na mesa de um pé sujo com pessoas de sua estirpe, é que rolam os conselhos amorosos mais imbecis, as dicas comportamentais mais sem nexo, as histórias mais bizarras, as gargalhadas mais extravagantes e as mais sinceras demonstrações de amor e carinho.
E acrescente a todos esses a experiência e a convicção dos camaradas, pois em uma mesa de bar não há dúvidas nem incertezas e todos são experientes em qualquer assunto. Como exemplo temos os conselhos amorosos, que os amigões dão com tremenda convicção, sem achismos, e se você perguntar porque eles têm tanta certeza que a dica será bem sucedida, eles dirão que já passaram pela mesma situação e já aprenderam com os insucessos.
É nesse clima amistoso de botequim que a rapaziada resolve ampliar o ciclo de amizade, trocando idéia com o candango que vende amendoim, demonstrando afetividade com os garçons, romantismo com as garçonetes e, claro, tentando compreender aquele velho de guerra que está na fossa, cheio de cachaça na mente e resolve ir até sua mesa gritar (porque eles já não falam, berram) alemão e rir da própria história e desgraça.
Nem em igreja há tanta promessa quanto em um encontro com os chegados, já que depois de alguns diversos chopes e de certa tamanha empolgação, até o impossível se torna possível. OBS: No outro dia ninguém leva tais promessas em consideração.
É nesse clima gostoso e de camaradagem que depois de algum tempo as ‘‘amizades’’ adquirem coragem e começam a beber o que mais temem e odeiam, a virar numa golada só o que mais gostam, a falar o que sempre omitiram e a virar super machões.
Exclusivamente nesse momento de descontração que todos animam de jogar PURRINHA (e com empolgação), que todos dão gargalhadas das bizonhices e das desgraças do passado, que todos paqueram e fazem piadinhas como pedreiros, que a galera faz planos para futuras sacanógebras e contam as peripécias de noites e viagens que curtiram. OBS: Sempre tem um querendo gritar mais alto que o outro.
Por isso vos digo, quer namorar namora, quer vadiar vadia, mas nunca abra mão do encontro com os amigos, porque além de serem sua segunda família, a diversão é sempre garantida!

Abração, @renancury e @vr_gabriel.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Amizade Masculina

Reprodução


                Comandante, capitão, tio, brother, camarada... A amizade masculina é algo que, na teoria, era pra ser difícil de se acreditar, mas apesar de xingamentos diários, de zoeiras incontáveis e de hematomas adquiridos após inúmeras brincadeiras de mal gosto (afinal de contas, quem não tem um amigo Joselito?), a amizade entre os homens é um dos sentimentos mais intensos e verdadeiros que habitam neste mundo.
                Amigos vivem indo para a esbórnia aterrorizar e, consequentemente, botam pilha pro outro pegar alguma mulher exótica, e esta tarefa muitas vezes é concluída com êxito, afinal parceiro, missão dada é missão cumprida. Até o próprio rei Roberto Carlos, ícone da música brasileira, canta isso em sua música ‘‘Amigo’’ no trecho: “Me lembro de todas as lutas, meu bom companheiro, você tantas vezes provou que é um grande guerreiro”, ou seja, amigos e até o rei são capazes de atos inconseqüentes, só pelo puro prazer de deixar a galera estupefacta, perplecta e até alegre.
                Diria que a amizade masculina é motivo de inveja para muitas mulheres, pois elas não entendem como seres implicantes, esdrúxulos e, muitas vezes, imponentes são capazes de sentir algo tão verdadeiro. É satisfatório estar com nossos amigos, seja em casa jogando winning eleven, no bar tomando uma ampola ou na vadiagem chegando no mulheril insaciável. Rimos com nossos amigos em diversas situações, seja enquanto seu brother está no maior amasso com aquela garota maravilhosa, situação da qual você ri e fica feliz por ele, ou então quando a situação não é tão agradável assim, ou seja, ele está se atracando com um alienígena, o que, na prática é muito mais divertido e engraçado e por isso nós damos força mesmo nessas circunstâncias, afinal, amigo que é amigo, está junto nas horas fáceis e nas horas difíceis.
Amigos do peito sempre têm que aturar algumas mentiras, pois há de ter paciência com aquele seu camarada que vai ao banheiro e pega 11 modelos mas nunca tem ninguém por perto para presenciar tal fato, e na frente da galera ele não chega em ninguém ou coleciona tocos, mais e aí? E aí mano? E aí? Você como parceiro, vai jogar isso na cara dele? Lógico que não mano, entra na pilha e vamos pra luta com o objetivo de externar o monstro que existe dentro dele.
                É sempre ao lado de um brother que você ouve frases de apoio em épocas de vacas magras, como naquela festa em que você se deu mal e olha para aquela garotinha indefesa que ficou sentada a noite inteira (não porque quis, mas sim porque ninguém a convidou para levantar ou então porque seus pobres joelhos não agüentam) e então ele solta: ‘‘Vai lá rapaz, em fim de festa, guardanapo é bolo” ou “em época de guerra, qualquer buraco é trincheira”.
                Entre nossos amigos, sempre rolam disputas e apostas saudáveis, que vai desde “duvido que pegue aquele gol de placa” a “se perder no winning eleven eu pego aquele ser desagradável”, diferente da disputa feminina, que é “tenho que ficar mais gata que ela pra me sentir melhor e pra chamar mais atenção”. As próprias mulheres, em grande maioria, estão preferindo a amizade masculina, pois elas afirmam ser uma amizade mais sincera, com menos competitividade desleal e mais divertimento nos assuntos, já que nosso papo vai além de ficar falando da roupa da outra, se é magra ou gorda, feia ou bonita.
                Então galera, dê valor a amizade, pois como diria Milton Nascimento: “Amigo é coisa para se guardar, debaixo de sete chaves”. A você meu amigo(a) de fé, meu irmão camarada que está lendo este post, deixe seu comentário e sua opinião.

                Abraço, @renancury e @vr_gabriel.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O desenrolar em um ou mais sentidos

Reprodução



Fala galera..a convite dos desenrolados e grandes amigos, este post é um tributo ao duplo sentido. Bem, como vocês estão? Não como vocês, mas gostaria.
Não sei se alguns perceberam, mas esta é uma frase de impacto e duplo sentido, que você já pode fazer aquela zuada na night. O duplo sentido é uma arma para os espertos e os mais engraçadinhos também, e pode se tornar ferramenta fundamental na arte do desenrolo, dependendo de como e quando for usada.
Assim como você, qualquer pessoa pode aprender.  Digamos que em uma festa de pura sacanagem e libertinagem, você já pode lançar a famosa: Se dá onde? Sendo que você pode querer saber de onde a pessoa é, ou se funcionar, pode carimbar seu Vale Night de primeira. Além disso, essa arte é fundamental nos momentos fatídicos, como por exemplo: querida, esses dias vi você na rua, balancei a cabeça e você virou as costas. Pronto, mais uma levada do duplo sentido para encarnar na patricinha mentirosa.
Infinitas são as táticas e o uso desta arma, que pode funcionar até mesmo para os acadêmicos, como quando você foi mal na prova e diz: mas professora, não sei nem escrever, lê como? Ou quando aqueles que se dizem inteligentes, cultos que estão sempre com o livrinho na mão. Atrás destes inteligentes eu me sinto um jegue! Pronto, sua fama começa a se espalhar na faculdade sem você ver, assim como quando a mangueira entrou no carnaval e você nem viu, ou pior, nem se lembra.
Ai é momento de atacar no trabalho: diversas são as propostas como expor ralo nos fundos do vizinho, barraquinha de caqui, onde “cabo” caqui te pago na hora, carrinho de picolé onde seu sócio grita YOPA na frente, enquanto você empurra o carrinho atrás gritando KIBON. Até nas indústrias onde você usa botas e sabe que quem bota atrás dói. Como eu já disse, é um leque infinito.
Até naquele churras amistoso de final de ano, onde você pergunta ao dono da casa se 5 kilos de carne dá pra vinte comer. Ou quando vai fazer aquela omelete, mas vê que tinha um pintinho dentro do ovo! Imagina se eu cozinho com o pintinho dentro heim?
Acreditem caros desenrolados, até na igreja, você que é fiel, que torce para uma visita papal de vez enquanto no seu território. Muito cuidado, pois a cada deslize, você será vitima destes ataques.
Nos momentos dos sonhos é onde o duplo sentido reina. Como naquela noite em que sonhei que estávamos em um campo de flores, você jogando rosas em mim e eu cravo em você. Ou como na noite em que você era o ônibus e eu fazia sinal com o dedo..você parava e abria a porta de trás pra eu colocar as crianças pra dentro. É assustador não é?
Já perceberam como faz calor no verão rapaz? Até elefante na bunda sua neste verão: que loucura não é? Como sua a bunda nesse calor! Eu fico por aqui deixando um abraço pra você e quem for da família também, e sempre lembrando, o negocio que tava de pé, acabou melando!
Partiu!


Lembrando a você que curte o blog e tem vontade de participar, faça como nosso brother @Dukobr e nos envie sugestões ou textos para o e-mail artedodesenrolo@gmail.com.

domingo, 28 de novembro de 2010

Solteiros e a busca incansável pelo Rebuliço

Reprodução


 Citando algumas frases manjadas e bem verdadeiras como: ‘‘Onde há fumaça, há fogo’’, ‘‘onde há fumaça, há ônibus’’, ‘‘onde há solteiro, há libertinagem’’, ‘‘onde há mulher, há tarado’’ e ‘‘onde há peidinho, há freiado’’ é que começo a escrever esse belíssimo post.
Já dizia um ilustre ídolo meu: ‘‘Ser solteiro é tão divertido, pra que arrumar uma mulher se vai ser o dobro do gasto e a metade do divertimento?’’ Nada mais correto, já que os desimpedidos se divertem sem limite e sem aporrinhação, além de gastar menos e só em pró de si. Não se gasta com jantar, mas com choppinho; não perde dinheiro com presentinhos, mas se ‘‘ganha’’ camisinhas; não gasta uma baba na hora da conta do celular, mas ganha tchousses usando ele apenas por alguns minutinhos; não precisa ligar pra dar boa noite, mas sim FAZER a noite.
Solteiros tem a liberdade que os escravos já pediram a Deus um dia, já que não precisam dar satisfação para ninguém, dizendo onde vai, com quem vai, e perguntando SE PODE, além de não precisar ter a audácia de pedir um Vale Night, já que tem o passaporte liberado.
Mas não adianta absolutamente nada ser solteiro liso, como dia um grande aliado meu, ‘‘ para se conquistar uma guria, tem que ser educado, sutil e malevolente na arte de prosear e poetar nos delicados tímpanos’’. Ser solteiro e liso é a mesma coisa que viver cheio de camisinhas em casa e querer tirar onda com isso sem perceber que só está com várias porque não dá um coito. De vez em quando até usa uma e outra para enchê-las e ficar brincando de vôlei ou para saciar-se egocentricamente.
Os solteiros estão mais propensos a adquirir varias amizades na night, consequentemente terão mais festinhas para ir, mais promiscuidade para usufruir e mais usuários para seguir.
Está comprovado, quanto mais tempo a pessoa fica solteira, mais ela sai, se diverte, convive com diversos tipos de seres, viaja, e o mais importante, tem histórias para contar. Você conquista grande parte das pessoas e sua simpatia pelas histórias de vida e, tenha certeza, se elas forem divertidas e mirabolantes, mais as pessoas irão se amarrar em estar em sua companhia para viver tais aventuras.
Diferente dos comprometidos, os solteiros são movidos à aventura e desafio, já que estão sempre buscando conquistar donzelas indefesas e por isso estão sujeitos a tocos desconcertantes e tchousses avassaladores. Para os descompromissados, a persuasão é a maior arma para romper as barreiras e viver um romance intenso e à curto prazo.
Por isso vos digo, a sociedade vive em pró dos bichos soltos, ou você acha que orkut, facebook, msn, casas noturnas, nextel e motéis foram feitos para outra criatura?
Viva a sacanógebra e a franciscana!